quinta-feira, 27 de agosto de 2015

50 anos (de novo)!

Como estava escrito, neste 27, estou completando 50 anos de novo. Dois aniversários porque, por um acidente de percurso, sou duas pessoas: Naasson, nascido em 1964, e Edson, em 1965. É que, sem saber que meu pai, do qual havia se separado antes de me dar à luz, tinha me registrado e só se lembrando da última sílaba do nome que ele havia escolhido para mim, em 1975, quando eu já estava passando da hora de ir para a escola, minha mãe acabou me registrando com outro nome, deixando-me um ano mais novo. Quando, dias antes de minha idade ser arredondada pela quinta vez, convidei um velho amigo para tomar uma cerveja comigo, ele não só declinou do convite, como me disse que, se os próximos anos fossem tão decepcionantes quanto os que ele havia deixado para trás, ele não queria nem estar vivo. Sem tempo para tentar adivinhar o futuro que uma pessoa pode esperar depois de viver meio século, resolvi fazer uma festinha para poucos. Poucos mesmo, porque, apesar de a casa de nossa amiga Marisa, a quem sou muito agradecido pela boa vontade com que ajudou minha mulher a realizar a festa para mim, ser mais convidativa do que a casa onde eu e minha família nos esprememos, eu não poderia ter na lista mais do que uma dúzia de convidados. Correndo o risco de ser xingado por quem não havia sido chamado para esta festa pobre, tive o prazer de receber meu primeiro amigo de escola, Pedro, acompanhado de sua esposa, Adriana, e seus dois filhos, Miguel e Isabella; meu companheiro de viagens musicais Gabriel Front, minha ex-colega de trabalho Elisa e seu filho, Lucas; minha ex-chefa Sueli e seu marido, Sérgio; a DJ das baladas que mais frequentei, Silmara; e nossa recém-chegada amiga Rose, que foi com seu filho caçula, Yudi.  Era para eu ter mais presentes, mas, infelizmente, alguns não puderam ir. Por falar em presente, um dos que mais gostei foi o porta-retratos que ganhei de minha cunhada, Cyntia, no qual se encontra não só a bela foto creditada à filha de meu amigo Pedro, mas também o nome de quase todos com os quais lembrei meus primeiros 50 anos de vida.














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