sábado, 6 de junho de 2015

Quando o dia não está para pizza

Às vezes, quando lhe aparecem vários programas, você acaba não fazendo nenhum. Quando comecei a escrever este texto, eu já deveria estar em Caieiras, uma vez que o convite de um dos dois donos da empresa para a qual presto serviços havia me convencido a desistir de ir a Osasco, onde mora uma amiga cuja filha estaria fazendo mais um ano de vida no sábado. Em tempos em que comer pizza só se for na casa de minha sogra ou na de algum amigo generoso, perdi uma boa oportunidade de unir o útil – falar sobre trabalho, cuja falta tem me deixado mais preocupado do que eu já vivia – ao agradável – fazer minha família se comprazer não só do irresistível prato italiano, mas também da indispensável companhia da família de nosso anfitrião. Assim que coloquei o telefone na base, atendi outra ligação, desta vez de minha ex-chefa Sueli perguntando se eu e minha família queríamos nos reunir no apartamento dela no fim de semana. Não adianta você tentar colocar a culpa em ninguém, quando o dia não está para pizza, ou seja, quando parece que alguém em algum lugar deste universo resolve deixar sua vida sob condições de temperatura e pressão nada normais, até com sol você declina de quantos forem os programas. Para não achar que o feriado prolongado foi só para ficar em casa, digo que, na sexta-feira, fui com minha família ao Parque do Ibirapuera.

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