sexta-feira, 8 de maio de 2015

Batata frita

Para, amanhã, Mitsuo não dizer que, quando ele era criança, por causa do dinheiro contado e o cuidado com a saúde, sua mãe e seu pai nunca lhe dávamos “junk foods”, só queríamos que ele comesse arroz, feijão, brócolis, chuchu, beterraba, abóbora, cenoura, tomate e todos os outros alimentos que a maioria das crianças não ama, ontem, depois deixar uns documentos em um banco, pagar uma conta em outro e fazer uma aposta em uma casa lotérica, entrei com ele em uma das lanchonetes do “M” do nome dele, onde, do pacote econômico com 1 hambúrguer (para levar para a mãe dele) e 1 suco, lhe dei uma porção de batatas fritas. No ônibus de volta para casa, o qual eu não esperava encontrar tantos idosos, porque, a meu ver, se eles tivessem de ceder o lugar, só o fariam para as outras pessoas da mesma idade ou mais velhas que eles, rezei para meu filho, que ainda na famosa lanchonete do palhaço havia esperneado para não trocar a chamativa embalagem das fritas por um discreto saco de papel, não deixar seu “almoço” cair ou ser visto por outra criança.


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